Desventuras insólitas e sei lá...

quarta-feira, junho 10, 2009

Lima

Depois de Machu Picchu voltamos de trem para Cusco, lá demos uma pequena volta. Uns meninos ficavam na frente dos bares (boates, sei lá) fazendo a publicidade, um falou que era pra a gente entrar no dele que lá tinha "meninas de Belo Horizonte para plantar a mandioca", outro perguntou se queríamos "maconha", "farinha de trigo", aparentemente eles sabem falar um pouco de português.

No outro dia fomos para Lima, em Lima arrumamos um hotel e acabamos indo almoçar em um restaurante chique. Morri de vergonha e medo, aqueles malditos conseguem farejar meu cheiro de comunista assim como eu farejo o cheiro deles de enxofre. Mais a noite comemos na rua das pizzarias, depois voltamos para o hotel. Lá conheci um cara do Equador que nos chamou para uma boate, fomos para a boate, foi legal. Cerveja cara! Blablabla!
No último dia passei mal por causa do tanto que bebi no dia anterior demos uma volta por Lima de carro, visitamos ruínas pré-incas, aparentemente uma cidade maior que Machu Picchu, comemos bem, fizemos compras. A noite fomos em um karaokê junto com umas meninas peruanas que conhecemos, depois minha mãe estava em uma boate gay e tivemos que ir para lá. Hum... É.... Na parede da boate estava escrito "vale tudo", automaticamente lembrei da música do Tim Maia: "vale tudo, vale o que vier, só não vale dançar homem com homem, nem mulher com mulher". Estou com saudades do Peru (que coisa complicada de se dizer no Brasil), espero voltar e que não demore muito e que eu tenha mais tempo para aproveitar da próxima vez.

Um comentário:

leitora disse...

porra, que sacanagem é essa com as meninas de belo horizonte? huahuaaaa... e pare de escrever "agente" no lugar de "a gente", eu sei que pode ser de propósito, mas meu estômago gramatical não pode com isso...hurghhh!